> Adoramos Romances E-Book: Vindicatio

8 de janeiro de 2014

Vindicatio

 A espada dos vencedores se forja

no coração de Roma.”
27 A. C.

As intrigas políticas e as traições estão na ordem do dia no Império romano. A ânsia de poder de muitos de seus Senadores os levam a cometer atos reprováveis contra seus próprios aliados e há políticos que estão dispostos a realizar infames assassinatos a fim de que prevaleça sua autoridade, acima de outros.
Aradia ignora o que o destino lhe reserva. Seu irmão foi acusado de assassinato e sua família declarada traidora.

A única pessoa capaz de ajudá-la na tragédia em que se transformou sua vida é o General Lucio Máximo Magno, o homem pelo qual ela sempre suspirou em silêncio. Os dois unirão esforços para descobrir a verdade e também se conhecerem, longe da influência política de Roma.

Comentário da Revisora Ceila:
Aradia é uma jovem patrícia que foi obrigada a se casar com um General de Roma, para salvar a vida, por causa da traição que forjaram para cima do irmão dela, o Senador Antonino, que culminou na morte de seus pais e na violação de sua irmã mais velha.
Como ela era apaixonada pelo General Máximo desde que se entendia por gente não teve muita dificuldade em aceitar a nova situação. Como não entendia nada de sexo e muito apaixonada, aceitou os conselhos que sua cunhada lhe dava em como segurar o marido na cama... Teve trechos que gargalhei... Coitadinha. Pagou alguns micos...rs
Ciumenta? Nem quase. O general, homem tarimbado, não tinha muito tempo para ela, (a coitadinha passou muitas noites a ver “navios”...rs) pois tinha que lidar com as constantes idas e vindas de sua Legião, enquanto investigava a conspiração que havia contra o imperador, onde o irmão dela havia sido acusado de ser o responsável.
Em uma das investigações do General, ele vai parar na casa de uma escrava prostituta e ela soube... Caiu a casa!!! Ela foi lá, atestou a saída dele, entrou depois e comprou a escrava e a ameaçou. Ela não devia nem olhar para o General, mas devia ensiná-la todas as manhas amorosas que sabia. Depois chamou o General para um duelo, feriu-o até, mas acabou tudo em f... Ops! Do jeito que ela imaginava. Bem... Depois conto mais.
Máximo, o General gostosão, não sentia amor por ela senão o de amigo, pois a conhecia desde pequena. Ah! Ele era daqueles militares que achava que o sexo desviava a mente das estratégias e enfraquecia o espírito de um homem... Coitado! Caiu de quatro.
No começo ele até tentou se conter, pois a jovem era muito nova, mas depois da “segunda”... Hum... Já que ela não dava trégua mesmo...rs. Ele nadou de braçada.
É um ótimo romance, daqueles que você observa o desenrolar de cada pensamento, de cada atitude do personagem. Não têm as cenas de sexo que estamos acostumadas atualmente, o que me chamou atenção, pois prende a gente na “pureza” do desabrochar de um grande amor.
Não tem boca naquilo, ou aquilo na boca, (ela até tentou, pois a cunhada e a escrava prostituta a ensinaram. Ela aprendeu a “manusear” o sexo do marido, em uma leguminosa...rs). Não tem uso da “porta dos fundos”. É “realmente aquilo, naquilo” e segundo a descrição chega “até o umbigo”...rsrsrsrsrs

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